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Na semana passada eu terminei de ler “Usabilidade na Web – Projetando Websites com qualidade”, que ganhei de presente de Natal (não-voluntário) de uma das minhas irmãs e fui consumindo em doses homeopáticas. Embora o livro seja de 2006, e contenha análises baseadas em sites feitos até 2005, achei-o muito enriquecedor e tirei dele muitas informações úteis que não conhecia e pretendo guardar e aplicar daqui pra frente.
Em quase uma década desenvolvendo websites, confesso que muitas vezes pensei de dentro da caixa e encarei apenas da perspectiva de programador a construção destes, não tendo prestado real atenção nem estudado muito a sério a usabilidade dos meus sites – muito embora eu possa dar a desculpa de que o desenvolvimento da interface deles nunca tenha sido exatamente a minha tarefa. Ainda assim, lendo este livro levei alguns tapas na cara, muito bem dados pelos autores Jakob Nielsen e Hoa Loranger. Jakob em particular é conhecido como papa mundial da usabilidade e não compreendido odiado por muitos designers e arquitetos de informação por causa de suas posturas radicais no assunto.
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Provavelmente você já deve ter uma ideia da resposta, mas hoje num breve momento de ócio resolvi saciar minha curiosidade perguntando ao Oráculo quão populares são as linguagens de programação mais utilizadas na web atual. As candidatas pesquisadas foram as cinco linguagens listadas no título do post (Php, Java, Python, Ruby, Asp), que acredito serem as mais faladas quanto o assunto é desenvolvimento web. O “método” (se é que dá pra chamar assim) que utilizei para verificar a popularidade das escolhidas foi o de pesquisar o número de menções à cada linguagem e o número de pesquisas feitas usando o nome da linguagem como palavra-chave.
Sendo curto, grosso e direto, eis os resultados:
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Lançado em 2001, o Internet Explorer 6 foi o navegador mais bem sucedido de todos os tempos em termos de market-share: com a vitória da Microsoft sobre o Netscape Navigator e sua inclusão no WindowsXP, o browser chegou a estar instalado em 98% dos computadores usados para navegar na web no ano de 2003. Com a liderança garantia, a Microsoft relaxou e gozou por anos, sem se preocupar em corrigir problemas de segurança, o que transformou o navegador num verdadeiro queijo suíço.
Com tanto tempo de predomínio, cheio de falhas e, pior ainda, sem aderir aos web standards, o IE 6 se tornou também o navegador mais odiado da história, principalmente por desenvolvedores web que perderam horas e fios de cabelo tentando fazer seus sites funcionarem corretamente nele. Pois bem, com o lançamento no final de 2006 do Internet Explorer 7 (que só saiu porque o Firefox começou a fazer sucesso, obrigando a Microsoft a se mexer), o ódio aumentou ainda mais, e se tornou mortal: principalmente do ano passado para cá, vários desenvolvedores, blogueiros e sites especializados tem feito campanha para os usuários abandonaram o Internet Explorer 6.
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Se você é um desenvolvedor web minimamente engajado e esteve no planeta terra nos últimos três anos, provavelmente já ouviu falar do memcached (do contrário, pode começar a saber mais pelo site oficial). Designado para servir como um sistema distribuído de cache em memória ram dispensável e de alta-performance para aliviar a barra dos servidores de bancos de dados, o Memcache é usado pelos maiores sites da internet (três exemplos: Facebook, Youtube, Flickr) e já fez a alegria de muito desenvolvedor de sites de grande-tráfego desde que foi lançado (mas é uma mão-na-roda também para os pequenos).
Mesmo que o memcache não deva ser usado como um mecanismo de armazenamento persistente de dados, principalmente se eles forem importantes, definitivamente não é só para fazer cache de querys do seu SGBD que essa maravilhosa ferramenta de Deus da Danga Interactive serve. Por ser instantaneamente escalável e pelo menos duas vezes mais rápido do que um “select from table” no já rápido mysql em acessos via tcp/ip (veja esse benchmark), o memcache pode ser usado como único mecanismo de armazenamento para aumentar bastante o desempenho de algumas aplicações que usam apenas dados descartáveis , ou seja, que se forem perdidos num eventual crash do servidor não vão causar nenhum problema significativo.
A seguir, menciono cinco idéias de funcionalidades, fundamentais ou comuns mesmo em sites de pequeno tráfego, que podem tirar proveito das vantagens do memcache. Implantei as três primeiras no Flogão em 2006 e posso garantir que você (e o load average do seu servidor) ficarão contentes com o resultado:
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